14 de abr. de 2012

DOIS ANOS DE MUITA SAUDADE...


COMPANHEIRO DANILO, PRESENTE!!!
COMPANHEIRO DANILO, PRESENTE!!!
COMPANHEIRO DANILO, PRESENTE!!!

11 de abr. de 2012

REUNIÃO.

Neste sábado, na câmara de vereadores, estaremos reunidos a partir das 14 horas. O PSOL Juiz de Fora te convida para participar deste debate. Venha e traga as suas ideias.

Deputados mineiros insistem na verba de paletó.

Vejam só que caras de pau. Votam em projeto que retira direitos dos educadores e mantém para eles privilégios absurdos como essa tal verba de paletó. É por causa de coisas vergonhosas como essa que os trabalhadores vão perdendo a ilusão no parlamento.


Nos últimos meses, três assembleias legislativas e a Câmara do DF acabaram com a verba do paletó que os deputados recebiam. Em Minas, a discussão ainda passa longe do plenário
Isabella Souto -
Juliana Cipriani -
Na contramão de colegas de 10 estados que já aboliram – ou nunca pagaram – a chamada verba do paletó aos seus parlamentares, os mineiros não parecem dispostos a abrir mão de R$ 40.082,70 anuais para comprar terno. Somente neste ano o Distrito Federal, Goiás e Paraná extinguiram o benefício, que implica pagamento de dois salários adicionais, em fevereiro e dezembro, depois de questionamentos judiciais ou pressão popular. De acordo com a assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, não há qualquer discussão sobre o assunto na Casa. Se fosse cancelado o pagamento da verba, seriam economizados R$ 3.246.698,70 a cada ano.

9 de abr. de 2012

Nossos quixotinhos destemidos e desaforados diante do Clube Militar.

Foi um acaso. Eu passava hoje pela Rio Branco, prestes a pegar o Aterro, quando ouvi gritos e vi uma aglomeração do lado esquerdo da avenida. Pedi ao motorista para diminuir a marcha e percebi que eram os jovens estudantes caras-pintadas manifestando-se diante do Clube Militar, onde acontecia a anunciada reunião dos militares de pijama celebrando o “31 de Março” e contra a Comissão da Verdade.
Só vi jovens, meninos e meninas, empunhando cartazes em preto e branco, alguns deles com fotos de meu irmão e de minha cunhada. Pedi ao motorista para parar o carro e desci. Eu vinha de um almoço no Clube de Engenharia. Para isso, fui pela manhã ao cabeleireiro, arrumei-me, coloquei joias, um vestido elegante, uma bolsa combinando com o rosa da estampa, sapatos prateados. Estava o que se espera de uma colunista social.
A situação era tensa. As crianças, emboladas, berrando palavras de ordem e bordões contra a ditadura e a favor da Comissão da Verdade. Frases como “Cadeia Já, Cadeia Já, a quem torturou na ditadura militar”. Faces jovens, muito jovens, imberbes até. Nomes de desaparecidos pintados em alguns rostos e até nas roupas. E eles num entusiasmo, num ímpeto, num sentimento. Como aquilo me tocou!
Manifestantes mais velhos com eles, eram poucos. Umas senhoras de bermudas, corajosas militantes. Alguns senhores de manga de camisa. Mas a grande maioria, a entusiasmada maioria, a massa humana, era a garotada. Que belo!
Eram nossos jovens patriotas clamando pela abertura dos arquivos militares, exigindo com seu jeito sem modos, sem luvas de pelica nem punhos de renda e sem vosmecê, que o Brasil tenha a dignidade de dar às famílias dos torturados e mortos ao menos a satisfação de saberem como, de que forma, onde e por quem foram trucidados, torturados e mortos seus entes amados. Pelo menos isso. Não é pedir muito, será que é?
Quando vemos, hoje, crianças brasileiras que somem, se evaporam e jamais são recuperadas, crianças que inspiram folhetins e novelas, como a que esta semana entrou no ar, vendidas num lixão e escravizadas, nós sabemos que elas jamais serão encontradas, pois nunca serão procuradas. Pois o jogo é esse. É esta a nossa tradição. Semente plantada lá atrás, desde 1964 – e ainda há quem queira comemorar a data! A semente da impunidade, do esquecimento, do pouco caso com a vida humana neste país.
E nossos quixotinhos destemidos e desaforados ali diante do prédio do Clube Militar. ”Assassino!”, “assassino!”, “torturador!”, gritava o garotinho louro de cabelos longos anelados e óculos de aro redondo, a quem eu dava uns 16 anos, seguido pela menina de cabelos castanhos e diadema, e mais outra e mais outro, num coro que logo virava um estrondo de vozes, um trovão. Era mais um militar de cabeça branca e terno ajustado na silhueta, magra sempre, que tentava abrir passagem naquele corredor humano enfurecido e era recebido com gritos e desacatos. Uma recepção com raiva, rancor, fúria, ressentimento. Até cuspe eu vi, no ombro de um terno príncipe de Gales.
Magros, ainda bem, esses velhos militares, pois cabiam todos no abraço daqueles PMs reforçados e vestidos com colete à prova de balas, que lhes cingiam as pernas com os braços, forçando a passagem. E assim eles conseguiram entrar, hoje, um por um, para a reunião em seu Clube Militar: carregados no colo dos PMs.
Os cartazes com os rostos eram sacudidos. À menção de cada nome de desaparecido ao alto-falante, a multidão berrava: “Presente!”. Havia tinta vermelha cobrindo todo o piso de pedras portuguesas diante da portaria do edifício. O sangue dos mortos ali lembrados. Tremulavam bandeiras de partidos políticos e de não sei o quê mais, porém isso não me importava. Eu estava muito emocionada. Fiquei à parte da multidão.
Recuada, num degrau de uma loja de câmbio ao lado da portaria do prédio. A polícia e os seguranças do Clube evacuaram o local, retiraram todo mundo. Fotógrafos e cinegrafistas foram mandados para a entrada do “corredor”, manifestantes para o lado de lá do cordão de isolamento. E ninguém me via. Parecia que eu era invisível. Fiquei ali, absolutamente sozinha, testemunhando tudo aquilo, bem uns 20 minutos, com eles passando pra lá e pra cá, carregando os generais, empurrando a aglomeração, sem perceberem a minha presença. Mistério.
Até que fui denunciada pelas lágrimas. Uma senhora me reconheceu, jogou um beijo. E mais outra. Pessoas sorriram para mim com simpatia. Percebi que eu representava ali as famílias daqueles mortos e estava sendo reverenciada por causa deles. Emocionei-me ainda mais. Então e enfim os PMs me viram.
Eu, que estava todo o tempo praticamente colada neles! Um me perguntou se não era melhor eu sair dali, pois era perigoso. Insisti em ficar, mesmo com perigo e tudo. E ele, gentil, quando viu que não conseguiria me demover: “A senhora quer um copo d’água?”. Na mesma hora o copo d’água veio. O segurança do Clube ofereceu: “A senhora não prefere ficar na portaria, lá dentro? “. “Ah, não, meu senhor. Lá dentro não. Prefiro a calçada”. E nela fiquei, sobre o degrau recuado, ora assistente, ora manifestante fazendo coro, cumprindo meu papel de testemunha, de participante e de Angel. Vendo nossos quixotinhos empunharem, como lanças, apenas a sua voz, contra as pás lancinantes dos moinhos do passado, que cortaram as carnes de uma geração de idealistas.
A manifestação havia sido anunciada. Porém, eu estava nela por acaso. Um feliz e divino acaso. E aonde estavam naquela hora os remanescentes daquela luta de antigamente? Aqueles que sobreviveram àquelas fotos ampliadas em PB? Em seus gabinetes? Em seus aviões? Em suas comissões e congressos e redações? Será esta a lição que nos impõe a História: delegar sempre a realização dos “sonhos impossíveis” ao destemor idealista dos mais jovens?
*Hildegard Angel é jornalista



Minimo deveria ser de R$ 2.295,58 em março, diz Dieese.

O salário mínimo do trabalhador no País deveria ter sido de R$ 2.295,58 em março, a fim de suprir as necessidades básicas dos brasileiros e de sua família, como constata a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta segunda-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 273,25, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 3,69 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622.
O valor estimado pelo Dieese em março é ligeiramente menor do que o apurado para fevereiro, quando o mínimo necessário fora calculado em R$ 2.323,21, ou 3,74 vezes o patamar atual. Há um ano, o salário mínimo necessário para suprir as necessidades dos brasileiros era de R$ 2.247,94, equivalente a 4,12 vezes o mínimo em vigor naquele período, de R$ 545.
A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em março deste ano, o conjunto de bens essenciais diminuiu, na comparação com o mês anterior e também em relação a igual período de 2011. Na média das 17 cidades pesquisas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 84 horas e 53 minutos para realizar a mesma compra que, em fevereiro, exigia 85 horas e 30 minutos. Já em março de 2011, a mesma compra necessitava de 96 horas e 13 minutos.

FONTE:   Sind-UTE Subsede Juiz de Fora

..

6 de abr. de 2012

Cachoeira orientou Demóstenes a trocar DEM pelo PMDB.

Em conversas telefônicas gravadas com autorização judicial, o empresário Carlinhos Cachoeira orientou o senador Demóstenes Torres (sem partido) a trocar o DEM pelo PMDB, para aderir à base de apoio ao governo e se aproximar da presidente Dilma Rousseff. O empresário queria ampliar os seus negócios.
Os diálogos foram divulgados pela revista "Época". "E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma quer falar com você, não?", pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: "Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar".
Cachoeira se empolga: "Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá". Demóstenes demonstra estar disposto a acatar a recomendação. Era final de abril de 2011 e o senador democrata estava em negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros (AL) e José Sarney (AP), para mudar de legenda.
O objetivo da troca de lado era posicionar melhor Demóstenes para ajudar o esquema de Cachoeira. Até então, o senador atacava sem piedade os governistas acusados de corrução. Com o apoio do PMDB, o aliado poderia até chegar ao cargo de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), sonhava Cachoeira.
A revista afirmou que a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto naquele momento. Mas o plano deu errado. O senador estaria convencido de que a cúpula do DEM pediria à Justiça a cassação de seu mandato por infidelidade partidária.
A assessoria do Palácio do Planalto informou que a presidente Dilma Rousseff não falou com Demóstenes desde que assumiu a Presidência. Cachoeira está preso no presídio federal de Mossoró (RN) desde que foi deflagrada a operação Monte Carlo, em 29 de fevereiro.

FONTE: FOLHA.COM

5 de abr. de 2012

PSDB NUNCA MAIS. VAMOS FICAR DE OLHO NESTES NOMES PARA QUE ELES NÃO SEJAM ELEITOS.

Secretários candidatos a vereador deixam PJF

Sueli Reis, da SAU, Eduardo Schröder, do Procon, e Aristóteles Faria, da Agenda JF, vão compor 'chapão' para disputar vaga na Câmara

Por Ricardo Miranda (colaborou Renato Salles)

Forçados pelo prazo de desincompatibilização previsto pela legislação eleitoral, três integrantes do primeiro escalão do prefeito Custódio Mattos (PSDB) deixaram oficialmente a administração para entrar na disputa por uma cadeira na Câmara Municipal. Sueli Reis (PSDB), secretária de Atividades Urbanas (SAU), Eduardo Schröder (PSDB), do Procon Juiz de Fora, e Aristóteles Faria (DEM), da Agenda JF, foram exonerados hoje e devem concorrer pela mesma coligação. Ontem, por meio da Secretaria de Governo, o prefeito Custódio Mattos confirmou os nomes dos sucessores do trio. Na SAU, assume a funcionária de carreira Graciela Marques, que atuava como chefe de fiscalização da secretaria. O advogado Alexandre Carneiro, ligado à Procuradoria do Município, será o novo responsável pela Agenda JF. O ex-vereador e atual vice-presidente do PPS local, Carlos Alberto Gasparete, completa a lista e volta ao cargo de superintendente do Procon, após 12 anos. Os novos secretários também serão nomeados hoje.
"A política para a escolha dos nomes foi feita de forma a privilegiar os trabalhos que estão sendo realizados nas secretarias. Não haverá mudança de rumos. No caso do Alexandre (Carneiro), é um quadro técnico absolutamente integrado ao nosso grupo. A Graciela (Marques) é uma funcionária de carreira identificada com a secretaria. O (Carlos Alberto) Gasparete foi um convite pessoal. Tivemos tranquilidade na definição do nome, pois o PPS foi um parceiro nas últimas eleições. Isso não significa que estamos fechando alianças para o próximo pleito. Não é momento para isso", explica o secretário de Governo, Manoel Barbosa.
Já o secretário de Administração e Recursos Humanos, Vítor Valverde (PDT), o diretor-presidente da Cesama, Cláudio Horta (PP), e o diretor de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, Martvs das Chagas (PT), que são cotados para candidaturas a vice-prefeito, devem deixar suas funções apenas em junho. Os servidores de segundo e terceiro escalões serão desincompatibilizados apenas em julho. Quanto às substituições, a Secretaria de Governo informou que deve prevalecer a solução caseira, com a indicação de nomes da própria pasta.
Disputa interna
Sueli, Schröder e Aristóteles serão candidatos pelo chamado "chapão", que engloba hoje as candidaturas do PSDB e do DEM. A vinda do PRB ainda não foi descartada. Com isso, os ex-integrantes do primeiro escalão tucano terão como concorrentes internos os vereadores João do Joaninho (DEM), José Laerte (PSDB) e Rodrigo Mattos (PSDB). Caso se confirme a entrada do PRB no bloco, o atual presidente da Câmara, Carlos Bonifácio, também entra no páreo particular. A expectativa do grupo é chegar a quatro cadeiras na Casa. Há também, na hipótese de reeleição de Custódio, a aposta na ida de um dos eleitos para a administração, contemplando assim o primeiro suplente. O mesmo aconteceu na eleição de 2008. Na ocasião, Romilton Faria (DEM), então na primeira suplência, foi chamado para integrar o primeiro escalão. Ele abriu mão do convite para indicar o filho, Aristóteles, que será candidato a vereador.
Novo prazo
Ainda na disputa para vereador, o coordenador-geral de centros de referência em Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Gabriel dos Santos Rocha (Biel-PT), se quiser voltar ao páreo, deverá deixar a função em julho. Membro da direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserpu), Comes Nogueira (PMDB), terá que se desincompatibilizar a quatro meses da eleição. O mesmo devendo acontecer com os vereadores Roberto Cupolillo (Betão-PT), diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro), e José Emanuel (PSC), presidente do sindicato dos eletricitários de Juiz de Fora.

Cenário sucessório ainda indefinido

Mesmo tendo alterado o primeiro escalão do Governo Custódio Mattos (PSDB), a primeira leva de desincompatibilizações trouxe poucas definições para o cenário sucessório juiz-forano. A permanência de Vítor Valverde (PDT) afastou de vez qualquer possibilidade de candidatura sua a vereador. Embora de forma remota e com viés estratégico, essa possibilidade chegou a ser aventada. Fora isso, as cadeiras permanecem no mesmo lugar. Além da permanência do próprio Vítor como postulante a vice do PSDB, as situações de Cláudio Horta (PP) e Martvs das Chagas (PT) seguem em aberto. O petista aparece como nome certo para compor a chapa com a ex-reitora da UFJF, Margarida Salomão (PT), em caso de voo solo do partido. Como seu prazo de desincompatibilização vence apenas em junho, ele ainda conta com dois meses para avançar nas articulações.
O prazo também é o mesmo para Cláudio Horta que, quando assumiu a Cesama no ano passado, afastou a possibilidade de concorrer ao Executivo na condição de vice. Seu nome, no entanto, nunca foi totalmente descartado pelos tucanos. A situação do atual vice, Eduardo Freitas (PDT), também deve se resolver apenas em junho. A aposta em sua permanência na chapa com Custódio, embora alta, ainda não foi confirmada. Além das especulações envolvendo o diretor-presidente da Cesama, ele enfrenta a concorrência interna no partido de Vítor. Como não bastasse, o fato de não exercer a função de prefeito nos seis meses anteriores à eleição coloca-o em condições de disputar uma cadeira na Câmara Municipal. Com tantas possibilidades em aberto, as especulações devem continuar, pelo menos, até o início do junho.

3 de abr. de 2012

JUIZ DE FORA: Servidores da saúde iniciam paralisação.

Categoria ocupou pátio do prédio da Prefeitura para cobrar incorporação de benefício

Por Fernanda Sanglard
Trabalhadores da Saúde deram início, na manhã de hoje, à paralisação que tem o objetivo de pressionar a Prefeitura (PJF) a conceder a incorporação do adicional de 34%, referente à atuação na Estratégia Saúde da Família (ESF), à aposentadoria.
Em 1995, os profissionais começaram a receber o benefício como hora-extra e, em 2005, o valor foi transformado em adicional. No entanto, quando se aposentam, os enfermeiros, assistentes sociais, técnicos e auxiliares de enfermagem perdem os 34%, apesar de haver desconto desse montante para o Fundo de Previdência Municipal.
Apoiados pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Juiz de Fora (Sinserpu), pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal e
pelo Conselho Municipal de Saúde, boa parte da categoria não compareceu hoje aos postos de trabalho nas unidades de atenção primária à saúde (Uaps) e realiza protesto, nesta manhã, no pátio do prédio da PJF. Uma comissão foi recebida pela Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH)e tenta avançar nas negociações. Depois da reunião, uma nova assembleia deve ocorrer para que os trabalhadores repassem a posição do Executivo e decidam os próximos passos da manifestação.
No último dia 20, os servidores já haviam conversado diretamente com o prefeito Custódio Mattos (PSDB) para apresentar a reivindicação. Na ocasião, a PJF solicitou prazo para realizar estudos de viabilidade da incorporação dos benefícios.


2 de abr. de 2012

Demóstenes mentiu na tribuna, ou não mentiu?

O principal argumento técnico dos senadores para cassar o mandato de Demóstenes Torres (DEM-GO) é que ele mentiu na tribuna — e isso fere o decoro parlamentar — ao se explicar, no dia 6 de março, sobre denúncias de envolvimento com o banqueiro do jogo do bicho Carlinhos Cachoeira.
Conforme lembrou o senador Pedro Simon (PMDB-RS) em entrevista ao Poder Online, Demóstenes, em seu discurso, disse que não tinha negócios com Cachoeira, que era contra o jogo e que não sabia de atividades ilícitas do amigo.
Mas as últimas gravações de suas conversas com o bicheiro mostram que:
  • a) os dois mantinham negócios em comum;
  • b) o senador trabalhava pelo projeto em favor das atividades de jogo de Cachoeira;
  • c) atividades essas das quais tinha conhecimento, pois afirmou num dos telefonemas “assim o projeto te pega”.
Então o vídeo do discurso vale não só como documento, mas também para o leitor concluir por si mesmo se Demóstenes mentiu ou não mentiu na tribuna.

FONTE: IG.COM

1 de abr. de 2012

Só pode ser falta do que fazer...

Câmara quer fim das goteiras de ar condicionado

As inconvenientes goteiras provenientes dos aparelhos de ar condicionado instalados nos imóveis podem estar com os dias contados. O projeto de lei que dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de calhas coletoras para captação de água originária desses equipamentos foi aprovado ontem na Câmara. O projeto obriga aos proprietários instalar as calhas quando esses aparelhos forem projetados para o exterior das edificações residenciais ou comerciais. Se for sancionado, aqueles que possuem ar condicionado já instalado terão 60 dias, após a publicação da lei, para providenciar a correção. Conforme o proponente, vereador Noraldino Júnior (PSC), ainda será apresentada uma emenda para estabelecer multa de R$ 200 para descumprimento e de R$ 400 para a reincidência.

Fonte: Tribuna de Minas