31 de jul de 2012

Servidores e estudantes fecham acesso à UFJF

Aproximadamente 200 manifestantes, entre servidores técnicos administrativos e estudantes, fecharam os dois pórticos de acesso à UFJF, a partir das 7h desta terça-feira (31). Apenas carros oficiais da PM e Corpo de Bombeiros, ambulâncias e casos especiais, julgados pelo comando de greve no local, estão sendo liberados para entrar no campus. Os reflexos foram imediatos, e o trânsito já apresenta lentidão e retenção no perímetro da instituição. O protesto segue o calendário de mobilização nacional e, em várias universidades federais do país, ações semelhantes estão acontecendo. De acordo com a assessoria de comunicação da Settra, agentes de trânsito já foram enviados para o local para sinalizar e orientar o tráfego.
O clima esquentou no Pórtico Sul por volta das 9h, quando um caminhão vindo de BH foi barrado. O motorista alegou que precisa entregar uma carga à uma empresa terceirizada que atua no campus e que não podia retornar com a carga. Inconformado com a negativa do comando local de greve, ele atravessou o veículo no acesso impedindo que outros veículos pudessem adentrar o local. Agora há pouco, ele voltou atrás e desobstruiu a passagem, mas ainda aguarda no pórtico para realizar a entrega. Às 10h, uma pessoa se apresentando como professor furou a barreira. Logo que foi barrado, também no acesso pela Avenida Itamar Franco, discutiu com os grevistas e, após um descuido, avançou com uma motocicleta em alta velocidade, colocando em risco pessoas que se aglomeravam na entrada. A expectativa do comitê organizador é de que o ato se estenda até às 18h.
Segundo o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (Sintufejuf), Lucas Simeão, os bloqueios pretendem dar maior visibilidade ao movimento. "Este é um ato de radicalização para forçar o Governo a negociar. Já são mais de 50 dias em greve e, até agora, sem nenhuma sinalização do Governo."

Um comentário:

  1. Que palhaçada.
    Gente ridícula,o mundo com a economia em crise e essa atitude ridícula.
    Não gosta do trabalho, se demita, vá trabalhar pra iniciativa privada. Fez concurso pq quis, sabendo do soldo.

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